Archive for outubro \21\UTC 2009

Mais sobre a Chica :)

21 de outubro de 2009

Chica, a.k.a Yashica G 35.

Ela começou a ser fabricada em 1968, pela Yashica, no Japão.

A câmera é  “aperture-priority”, isso significa que você escolhe a abertura no anel da lente (de f/1.7 a f/16) e a câmera escolhe a exposição automaticamente (de 1/500s a 30s). É ruim não poder controlar a exposição, até porque às vezes a câmera se engana e a foto fica super ou sub exposta… Maaas, não se pode ter tudo na vida. Hehehe.

Ela é muito silenciosa e estável. Como não é uma monoreflex, na hora do disparo você não ouve aquele barulho dos espelhos mexendo. Só ouve o diafragma abrindo e fechando, um “click” bem discreto.

A lente não é intercambiável, mas dá pra colocar umas auxiliares acopladas à original, que é uma 45mm. Os filtros também são bem-vindos.

É uma câmera com um sistema diferente do das SLR’s. É uma rangefinder. Isso significa que a imagem que se vê no visor não é a que vai pro filme. A imagem da lente é que vai. Quando se olha no visor, há duas imagens: a que entra diretamente no próprio visor e a que vem da lente, assim:

optical_rangefinder copy

No centro do visor há um retângulo amarelo, que é o mecanismo rangefinder. O foco funciona pela sobreposição das duas imagens nesse retângulo: quando as imagens coincidem, a imagem está em foco. A dinâmica da câmera rangefinder é diferente também. O visor não é logo acima do alinhamento da lente, é um pouco mais para o lado, ó:

m8 copy

É importante lembrar dessa diferença na hora da composição pra não ocorrer o famoso erro de paralaxe, principalmente fotografando a pequenas distâncias.

Então é isso. Vou falando mais dela à medida que for aprendendo :D.

Ela começou a ser fabricada em 1968 pela Yashica, no Japão.
A câmera é "aperture-priority", isso significa que você escolhe a abertura no anel da lente (de f/1.7 até f/16) e a câmera escolhe a exposição automaticamente (de 1/500s até 30s). É ruim não poder controlar a exposição, até porque às vezes a câmera se engana e a foto fica sub ou superexposta...
Maaas, a gente não pode ter tudo na vida. hehe
Ela é muito silenciosa e estável. Como não é uma monoreflex, no momento do disparo você não ouve aquele barulho dos espelhos de mexendo. Só ouve um diafragma abrindo e fechando, um "click" bem discreto.
A lente não é intercambiável, mas dá pra colocar umas auxiliares acopladas à original, que é uma 45mm. Os filtros também são bem-vindos.

É uma câmera com um sistema diferente dos das SLR's. É uma rangefinder. Isso significa que a visão que se tem no visor não é a que vai pro filme. A visão da lente é que vai. Quando se olha no visor, há duas imagens: a que entra diretamente no visor e a que vem da lente, assim:
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Yashica G35

6 de outubro de 2009

Esse é meu novo velho brinquedinho: uma Yashica G35

É uma câmera super antiga que eu encontrei em casa. Levei pra revisão e ela voltou zeradinha 🙂

Dei umas barbeiradas com o esquema do filme (tinha que ter né) e acabei perdendo algumas fotos com isso, mas de maneira geral gostei bastante do primeiro resultado com a maquininha.

Vou colocar as melhores aqui pra vocês opinarem.

A cunhada já é linda, mas essa foto ficou especial :)

A cunhada já é linda, mas essa foto ficou especial (créditos pro maninho)

Amigas sem testa, mas lindas :)

Amigas bonitas e sem testa

By the way, elas estão sem testa por causa do famigerado erro de paralaxe 😛 (my bad).

Esse charme é de família ;)

Esse charme é de família...

Ah,  um agradecimento super especial para o lindão Marcos, por ter me presenteado com os meus primeiros filmes 😀

Então é isso. Deixem opiniões, críticas, desabafos… 🙂

Logo logo teremos mais fotos da Yashica!